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Musica e fantasia: curtas as sugestões de discos, filmes e livros.

Categoria: Teatro

Heterônimo, segundo Fernando Pessoa

Heterônimo, segundo Fernando Pessoa

Heterônimo foi a palavra que Fernando Pessoa criou para indicar uma persona literária, um autor, diferente daquela de quem escreve. Podemos entender como um processo teatral, ou até como algo mediúnico, apesar de não haver necesariamente outros espíritos envolvidos.

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O mito de Don Juan

O mito de Don Juan

Há leituras profundas, mas a psicologia de botequim lê rasteiramente o mito de Don Juan: ele seria a id dos impulsos; seu escudeiro, o ego que os intermedia com a sociedade; e seu pai o superego dos controles éticos.

A cara de borracha de Fernanda Montenegro

A cara de borracha de Fernanda Montenegro

Preconceituoso, H. L. Mencken dizia que atores não são inteligentes. Mas a atriz Fernanda Torres tem reflexões agudíssimas sobre interpretação. Diz que alguns atores têm cara de borracha: quase não podemos identificar a mesma pessoa em dois papeis diferentes.

Qorpo Santo, ou José Joaquim Leão

Qorpo Santo, ou José Joaquim Leão

Qorpo Santo, ou José Joaquim Leão, teatrólogo brasileiro, talvez hoje fosse diagnosticado com delírios paranoicos. Esta especulação surge porque suas peças anteciparam de muitos anos o movimento surrealista, que tentava fazer surgir no texto literário a expressão do inconsciente.

Retratos 3×4 de amigos 6×9, de Millôr Fernandes

Retratos 3x4 de amigos 6x9, de Millôr Fernandes

Retratos 3×4 de amigos 6×9 era uma forma do grande Millôr Fernandes descrever seus amigos queridos em poucas palavras, mas também de lembrar que eles não caberiam naquelas breves páginas: Paulo Francis, Fernanda Montenegro, Jô Soares, Drummond, Ziraldo etc.

A lata de lixo da história, de Roberto Schwarz

A lata de lixo da história é simétrica ao paideuma. Numa serão esquecidos os piores; noutro, serão lembrados os melhores. Mas hoje o critério é a venda, e os melhores talvez nem sejam conhecidos. Mas os piores, serão lembrados?

A flauta mágica, por Bergman

Quando Bergman, grande cineasta, dirigiu A flauta mágica, de Mozart, mostrou nela uma leveza raramente vistas em montagens disponíveis na Web. Talvez por ter sido traduzida para o sueco, um idioma mais suave que o alemão, talvez pela direção.

A canção de Ofélia

A canção de Ofélia

Os personagens de Shakespeare têm tanta força que outros cenários e outros autores falam deles, como se fossem personagens históricos reais. O duo Musetta criou música onde Ofélia lamenta as maquinações palacianas, que partiram seu coração na peça Hamlet.