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Musica e fantasia: curtas as sugestões de discos, filmes e livros.

Categoria: romance

Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto

Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto

Lima Barreto, escritor sensível e crítico, inadaptado à sociedade reacionária da Primeira República, escreveu romance satirizando o nacionalismo extremo e também a ingenuidade dos bem intencionados. Sua ironia foi profética, pois seu fim, alcóolatra e deprimido, também foi triste.

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Moby Dick, de Herman Melville

Moby Dick, de Herman Velville

Call me Ishmael. Assim começa Moby Dick, ou A Baleia, um dos maiores livros de ação e aventura de nossa era. Contém grande poesia, realismo social, filosofia e simbolismo religioso. É um daqueles livros que todos temos que ler.

Panaroma of all flores of speech

Panaroma of all flores of speech

Suando palavras de muitas linguagens humanas, e muitos significados poéticos para elas, James Joyce criou uma obra circular, em que o falecimento de um pedreiro mostra a estrutura circular do tempo e todo o aroma das flores da linguagem.  

Relembrando Oscar Wilde

Relembrando Oscar Wilde

Oscar Wilde tinha vasta produção em poesia, teatro, contos e romances.
Escrevia com leveza e elegância sobre assuntos complicados e dolorosos. Fez muito sucesso na Inglaterra vitoriana. Até ser atropelado pela legislação contra homossexuais daquele tempo. Morreu de tristeza.

A morte do fantasma de Canterville

A morte do fantasma de Canterville

Ateus que gostem de literatura, devem manter em lugar visível o trecho do Fantasma de Canterville, de Wilde, sobre a morte como dissolução da vida: Não ter ontem, nem amanhã! Esquecer o tempo! Esquecer a vida, estar em paz.

As epifanias de Joyce, criando obras de arte no cotidiano

As epifanias de Joyce, criando obras de arte no cotidiano

James Joyce, criador do Ulysses, estava à procura de epifanias, momentos quando atos cotidianos mais triviais adquirem brilho eterno de obra de arte. Católico, Joyce se inspirava nos ideais de integridade, simetria e radiância de S. Tomás de Aquino.

Monteiro Lobato, o ingênuo da eugenia

Monteiro Lobato, o ingênuo da eugenia

Monteiro Lobato era o ingênuo da eugenia: no começo do século XX, os EUA tinham práticas racistas regidas por leis não escritas. Também racista, ele as registrou em O presidente negro: o livro foi recusado por todas editoras americanas importantes.