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Musica e fantasia: curtas as sugestões de discos, filmes e livros.

Categoria: Década de 1850

A câmera clara, de Roland Barthes

A câmera clara, de Roland Barthes

Barthes, grande teórico da interpretação da fotografia, falava em studium, ou o contexto cultural de uma foto. E de punctum, seu elemento mais marcante. A foto do irmão de Napoleão disparou sua teorização: esses olhos que viram o imperador!

O diabo, segundo o kardecismo

O diabo, segundo o kardecismo

Um dos últimos pregos no caixão das concepções mais clássicas, menos burguesas, foi batido pelo espiritismo, hoje chamado kardecismo. Para esta religião, não há diabo, mas apenas seres humanos pequenamente maldosos, fazendo papeis dos quais algum dia se cansarão.

Moby Dick, de Herman Melville

Moby Dick, de Herman Velville

Call me Ishmael. Assim começa Moby Dick, ou A Baleia, um dos maiores livros de ação e aventura de nossa era. Contém grande poesia, realismo social, filosofia e simbolismo religioso. É um daqueles livros que todos temos que ler.

Noturnos de Chopin

Chopin era um pianista virtuoso, desde muito cedo na vida. Nas composições, ele se mostrava uma criatura de dois mundos: suas peças têm a clareza e a racionalidde francesa, e uma profundidade escura, fria e até depressiva da Polônia.

Relembrando Oscar Wilde

Relembrando Oscar Wilde

Oscar Wilde tinha vasta produção em poesia, teatro, contos e romances.
Escrevia com leveza e elegância sobre assuntos complicados e dolorosos. Fez muito sucesso na Inglaterra vitoriana. Até ser atropelado pela legislação contra homossexuais daquele tempo. Morreu de tristeza.