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Musica e fantasia: curtas as sugestões de discos, filmes e livros.

Categoria: Contos

Ficções, de Jorge Luis Borges

Ficções, de Jorge Luis Borges

Em 1944, Borges publicou o pequeno livro chamado Ficções, ainda hoje muito atual. Citando livros existentes ou inventados, seus contos fazem pensar na batalha das ideias, que pode ser tão interessante quanto uma batalha com espadas na Idade Média.

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O que pensa o blogueiro quando escreve uma postagem?

O que pensa o blogueiro quando escreve uma postagem?

O que pensa o blogueiro quando escreve um texto para seu blogue, uma postagem? Será que acredita estar fazendo algo grande? Será ele incapaz de contornar a mais vulgar de todas tentações da arte: a de ser um gênio?

A lata de lixo da história, de Roberto Schwarz

A lata de lixo da história é simétrica ao paideuma. Numa serão esquecidos os piores; noutro, serão lembrados os melhores. Mas hoje o critério é a venda, e os melhores talvez nem sejam conhecidos. Mas os piores, serão lembrados?

Aleph

Aleph

A teoria dos conjuntos clássica era uma canção dissonante sobre os infinitos. Seu criador se chamava Cantor. O primeiro número infinito contava os números inteiros. O conto Aleph, de Borges, fala sobre a onisciência que se consegue ao entendê-lo.

Borges y la izquierda

Borges y la izquierda

Apesar de ter sido um velhinho simpático, e de ter tido muitos amigos (característica argentina), Borges não temia polêmicas. Durante a ditadura militar, gostava de ironizar a esquerda, contra quem dirigia os poderosos canhões de sua erudição quase inesgotável.

Relembrando Oscar Wilde

Relembrando Oscar Wilde

Oscar Wilde tinha vasta produção em poesia, teatro, contos e romances.
Escrevia com leveza e elegância sobre assuntos complicados e dolorosos. Fez muito sucesso na Inglaterra vitoriana. Até ser atropelado pela legislação contra homossexuais daquele tempo. Morreu de tristeza.

A conversão dos judeus

A conversão dos judeus

Em A conversão dos judeus, Phillip Roth aciona o pensamento judaico mais crítco contra o próprio judaísmo: um menino muito inquieto assusta seu rabino, infelizmente não tão brilhante. O texto mistura humor e dor, como é típico de Roth.

As epifanias de Joyce, criando obras de arte no cotidiano

As epifanias de Joyce, criando obras de arte no cotidiano

James Joyce, criador do Ulysses, estava à procura de epifanias, momentos quando atos cotidianos mais triviais adquirem brilho eterno de obra de arte. Católico, Joyce se inspirava nos ideais de integridade, simetria e radiância de S. Tomás de Aquino.

Fotografias em Histórias de amor e nem tanto

Histórias de amor e nem tanto
Mario Rui Feliciani, autor dos excelentes contos Histórias de amor e nem tanto, é fotógrafo. Isto explica suas descrições fotográficas, precisas. E porque os instantes, não sua passagem, são o importante nos contos. Lembra as fotonovelas dos anos 80.

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Histórias de amor e nem tanto

Os livros de Mario Rui Feliciani são elogiados pela crítica. Os excelentes contos de “Histórias de amor e nem tanto” mostram criatividade e domínio da palavra. Achava que fosse homônimo de um amigo meu. Nesta sexta vi que compartilham corpo, alma e generosidade.

O Selo Sebastião Grifo e a Dobra Editorial convidam para o lançamento do livro “Histórias de amor e nem tanto”, de Mario Rui Feliciani, autor de “Quando o carteiro chegar” (fotografias, 2004), “Dobras” (contos, 2007) e “O livro das combinações: quando um país joga junto” (infantil, 2012).

29 de junho a partir das 19 h.
Canto Madalena
Rua Medeiros de Albuquerque, 471, São Paulo.