Tabacaria, de Álvaro de Campos

por musicaefantasia

Não sou nada./ Nunca serei nada./ Não posso querer ser nada. A abertura de Tabacaria é uma paulada pessimista. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. No verso seguinte, sonhar leva a depressão para longe.

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